Transformando ambientes e pessoas

por: Manuelle de Souza Costa Vieira

Existe uma filosofia de consumo muito intensa nos dias atuais que acredita que “você precisa ter para ser”. O campeão é aquele que tem mais bens ou que coleciona números em sua conta bancária. Vivendo assim, nos esquecemos da efêmera vida, e da importância de utilizar o meio ambiente com responsabilidade, garantindo, desta maneira, melhores condições de vida para a geração presente, sem prejudicar o outro e as gerações que hão de vir.

 

Às vezes, a nossa visão geral sobre crescimento econômico é muito limitada, pois “crescimento” nem sempre significa garantia de “desenvolvimento” para todos ou qualidade de vida. E para que isso ocorra, sonhamos com uma nova economia: a economia solidária, com projetos políticos capazes de fortalecer a democratização das oportunidades e da distribuição de renda.

 

Neste sentido, Moacir Gadotti nos ensina uma importante lição:

 

“Hoje, a economia solidária destaca-se como um rico processo em curso, regido pelos princípios da solidariedade, da sustentabilidade, da inclusão social e da emancipação. Ela representa uma grande esperança de transformação do modo como produzimos e reproduzimos nossa existência no planeta”. (GADOTTI, 2009, p. 24).

 

Necessitamos de uma economia que valorize a vida, o bem estar, e não apenas a lucratividade. Por esse fato, o ambiente escolhido para implantação do projeto foi uma escola, pois ela torna-se um local propício para desenvolver novos valores, hábitos e atitudes para incentivar o exercício da cidadania, permitindo que os alunos sejam autores e atores de suas próprias histórias.

 

Mais do que ler e comentar o tema em sala de aula, é necessário que eles vejam na prática nossas atitudes, através do ensino da autogestão. Moacir Gadotti define a “autogestão” da seguinte forma:

 

“O ensino da autogestão é um exemplo prático. Como ensinar a autogestão? Só pelo exemplo. Não dá para ensinar a autogestão com “lições de autogestão”, como não dá para ensinar democracia com “lições de democracia”. Essa é uma pedagogia a ser construída com a prática” (GADOTTI, 2009, p. 37).

 

Isso quer dizer que o projeto exige que os educadores e educando saiam da sua zona de conforto e entrem em um mundo desconhecido de pesquisa, ou seja, tanto o professor quanto o aluno, além de todos os outros envolvidos, deverão atuar como sujeitos críticos, ativos, reflexivos através de uma pedagogia ambiental e interdisciplinar.

 

Enrique Leff (2000) explica sobre a necessidade da “pedagogia ambiental e interdisciplinar” da seguinte forma:

 

“A pedagogia ambiental, nestes casos, se expressa no contato dos alunos com seu entorno natural e social. A educação ambiental interdisciplinar, entendida como formação de habilidades para aprender a realidade complexa, foi reduzida à intenção de incorporar uma consciência ecológica no currículo tradicional. Neste sentido, a educação ambiental formal, na educação básica, transmite uma consciência geral do ambiente, induzindo a uma mudança nas capacidades perspectivas e valorativas dos alunos” (LEEFF, 199, P.119).

 

A natureza nos proporciona qualidade de vida e é por meio dela que temos alimento, água, luz, ar e muitas outras coisas que nos ajudam a viver bem. Este trabalho que desenvolvi pretende apresentar soluções para que se preserve o meio ambiente e eleve a qualidade de vida das pessoas. Apresentaremos sugestões para reciclagem de objetos em desuso e também reaproveitamento de alimentos e derivados. A alimentação é a origem da atividade humana, por esse fato, deve ser estudada cautelosamente desde o tratamento no campo pelo uso de agrotóxicos ou insumos naturais, colheita e transporte e no seu manuseio, atrelando sempre todas estas atividades com a qualidade do alimento a ser consumido, para que ele seja considerado seguro.

 

Com tudo isso, abordo também o quanto é fundamental que o professor se preocupe não só em ensinar suas disciplinas, mas também em promover conscientização ambiental, social, integral, mental e outras maneiras, dessa forma o professor se torna mais especial. O educador Paulo Freire têm nos indicado vários caminhos, nos ensinando a buscar levar em frente o seu legado e nos encorajando a nos reinventarmos sempre.

 

Neste sentido, ele nos ensina uma importante lição.

 

“Eu diria aos educadores e educadoras: ai daqueles e daquelas que pararem com a sua capacidade de sonhar, de inventar a sua coragem de denunciar e de anunciar. Ai daqueles e daquelas que, em lugar de visitar de vez em quando o amanhã, o futuro, pelo futuro engajamento com o hoje, com o aqui e com o agora, atrelem a um passado, de exploração e rotina” (FREIRE, 2000, P.28).

 

Como podemos transformar pessoas e ambientes com pouco recurso, proporcionando uma qualidade de vida para a presente geração e cuidando do nosso planeta?

 

A ideia é transformar o ambiente e conduzir várias pessoas à importância de se utilizar práticas sustentáveis. Esse era o ambiente antes da implantação do projeto que explicitarei abaixo: as crianças saiam com pressa da sala e se trancavam no banheiro, com os semblantes fechados pois havia pouca opção de lazer e o espaço entre as aulas estava vazio e ocioso. Modificaremos isso em uma maravilhosa área de recreação ,de acordo com a necessidade e coleta de matérias descartados da própria escola.

 

Com a execução de várias práticas sustentáveis na escola, estamos desenvolvendo uma série de novas aprendizagens e valores em nós e nos educandos. Assumimos uma tarefa conjuntamente e estamos aprendendo a trabalhar em grupo, com pessoas diferentes em gostos e habilidades. Os alunos estão aprendendo a ouvir, a tomar decisões e a se socializarem.

 

O objetivo geral desta reflexão é proporcionar para as crianças e demais sujeitos do ambiente escolar um lugar agradável para sua recreação e contar com a participação de toda a equipe escolar, pais e comunidade, para realização desse lugar especial, mostrando a importância da preservação natureza para nossas vidas, e de repensar, racionalizar, reduzir, reciclar, reaproveitar objetos e alimentos, apresentando-as algo bonito, criativo e agradável com pouco recurso e muitas ideias criativas. Desta forma, colaboramos com uma educação que nos habilite a construir pontes para uma sociedade mais justa e sustentável, que questione e que busque soluções para nossos problemas atuais.

 

Objetivos específicos:
* Promover reuniões e planejamentos com a comunidade escolar e mobilizar para coleta de materiais descartados como pneus, garrafas pets, papelão dentre outros. E coletas e roupas, sapatos e artigos para o bazar;
* Potencializar a reciclagem de vários objetos, através de oficinas, exposições, painéis e vários outros recursos;
* Incentivar a criação de projetos muitas para o cuidado com o meio ambiente e conduzi-las a uma forte consciência ambiental.
* Elaboração de cartilha sobre uso sustentável dos recursos.

 

O projeto está em andamento na Escola Pequena Samuel, localizado no bairro Pirapora, na cidade de Castanhal (PA), porém, poderá ser aplicado em qualquer área que esteja ociosa. Almejamos aplica-lo em uma área rural, pois até mesmo o plantio pode ser prejudicial se não for feito de maneira correta: dejetos como plásticos, por exemplo, que demoram 400 anos para se deteriorarem, são, muitas vezes, jogados em rios e florestas. É preciso que se forme  uma forte consciência ambiental para conter isto.

 

Dependemos da coleta de lixo para executarmos o nosso projeto. Por isso, cada recurso é necessário sendo ele humano ou não. Devemos fazer bom uso do que temos. A ideia é utilizar com qualidade todos os recursos que temos disponíveis. Para a racionalização dos materiais coletados, contaremos com a colaboração dos pais e toda comunidade através da coleta dos materiais a serem utilizados.

 

Maximiliano Menegolla define “racionalizar” da seguinte forma:

 

“Racionalizar é saber usar, com sabedoria, a razão para se poder efetivar uma real previsão de todas as condições e dos meios necessários, afim de poder executar com eficiência, o plano. É saber tomar decisões sobre o que se deve usar e sobre quem vai executar o plano” (MENEGOLLA, 2003, pag. 19).

 

 

Dentro do planejamento do trabalho, reunimos-nos com a equipe escolar e comunidade. As professoras aceitaram a aplicação do projeto com a condição de todos os pais e alunos e equipe participarem ativamente na execução do projeto. Foi uma excelente ideia, um divisor de águas.

 

Este trabalho está caracterizado como uma metodologia de pesquisa qualitativa. Com trocas de saberes e sabores os alunos produzirão na escola, ilustrações, receitas, vídeo, teatro, musica, e diversas produções, inclusive um jornal, para induzi-los a um melhor aprendizado.

 

Desta maneira, nos envolvemos com o ambiente e pessoas dentro da realidade de cada uma delas. Tornando-as todas especiais de acordo com suas especificidades. Para a obtenção do sucesso deste projeto, realizaremos alguns caminhos a serem percorridos, dentre os quais podemos perceber:

 

• Conduziremos a formação de um jornal através de um mural. Esse jornal será mensal, para facilitar a comunicação ele apresentará as informações de todos os temas estudados e oficinas com noticias atuais e com as informações cedidas pelo grupo, enfim tudo para enriquecer o trabalho e incentivar a produção de texto e a leitura. (No final construiremos um site com todas as publicações e ação do projeto).
• Organizaremos um Bazar de roupas, brinquedos e outros objetos. Com a colaboração dos professores, serventes, comunidade e dos próprios alunos, coletaremos tudo o que poderia ser reutilizado por outras pessoas para montar um grande bazar. Com um painel explicativo sobre os cinco “Rs” (repensar, racionalizar, reduzir, reciclar, reaproveitar) e dicas para escapar da maneira “moderna” de viver e praticar o consumo consciente, valorizando a importância de concertamos objetos quebrado e doarmos ou vendermos os que estão em excesso. O bazar será realizado no dia do evento final. (E posteriormente todos os objetos que não forem vendidos serão doados para pessoas carentes indicadas pelos próprios alunos, incentivando assim, a solidariedade, ética e pratica da cidadania).
• Visitaremos o aterro da cidade. E analisaremos a situação do lixo e dos catadores ou recicladores (como gostam de ser chamados), para que os alunos possam analisar o cenário de sua localidade e observar se existem carências de reciclagem e postos de coleta de lixo. Com base nesse estudo, eles terão que buscar uma solução para esses problemas. E logo em seguida, produzir uma carta, seguidamente leitura e distribuição carta aberta produzida pelos alunos. Uma parte da equipe terá que desenvolver um caderno com todas as informações e soluções da pesquisa, inclusive com anexo das cartas. (Esse caderno poderá ser entregue a um órgão competente da cidade). E a outra parte da equipe fará um painel de preservação, voltado para a importância da preservação e a quantidade de lixo lançada na natureza sem nenhum tipo de critério, com imagens dos materiais descartados, com as informações da quantidade do tempo gasto para se decompor. Quanto de lixo uma pessoa é capaz de produzir e o prejuízo desses acúmulos, abordaremos, soluções através de imagens de objetos que podem ser transformadas. Será apresentado esse painel no final do projeto.
• Criaremos um livro de receitas para reaproveitamento dos alimentos e no final de cada seção degustação de receitas pré-elaboradas pelos alunos. Com dicas sobre os alimentos que ingerimos- voltada para qualidade dos alimentos, enfatizando a presença de ingredientes não saudáveis, agregado aos alimentícios industrializados e não industrializados mais repletos de agrotóxico. Fabricaremos artesanalmente produtos de higiene como sabão e também na área da alimentação, como bolo de casca de fruta, pão, dentre outros. Trabalhando com o conceito de reaproveitamento de alimentos e integração social. Apresentaremos um vídeo sobre o descarte inadequado ao óleo de cozinha, e outros alimentos este curso é destinado para família, alunos e serviços gerais. Será apresentada a degustação de todos os menus e o livro será apresentado no momento final.
• Construiremos um jardim e horta, arborizando o ambiente. Desde a coleta de hortaliças, adubos, chás, sementes, plantas dentre outros a montagem com a participação de toda comunidade escolar. Será realizado um vídeo dos trabalhos sendo realizado com a musica, Talento em movimento, criada por Sergio Valente e Paulo César Bernardes.

 

Assim sendo, realizaremos uma oficina de compostagem destinado às merendeiras e alunos sobre como fazer uma compostagem. Será analisada, primeiramente, a quantidade de lixo orgânico que a escola produz, para depois verificar o tamanho a ser realizado da composteira para atender a necessidade do local. No final, apresentarão através da oralidade e exposição, sobre a importância desse adubo para as hortas e jardins. Pois isso é fundamental para o nosso ecossistema, deixando os vegetais cada vez mais forte e bonitos. Para incentivar a preservação, induziremos o cultivo de frutas e verduras que nascem de si mesmo, como, abacaxi, cenoura, cebolinha dentre outros para a possibilidade do cultivo em casa. No final, esse grupo produzirá um caderno com todas as informações.

 

• Implantaremos uma oficina de reciclagem com pneus usados para produção de vasos, animais, pula-pula dentre outros objetos para ornamentar e para a recreação, serão produzidos com pneus velhos para economizar recursos e ajudar o nosso planeta. No final esses objetos serão apresentados em uma exposição, essa equipe ficará responsável para ornamentar ainda mais a escola. Pois irão escolher quais os objetos irá produzir de acordo com o catalogo ou poderão criar outros produtos de acordo com a imaginação e criatividade da equipe.
• Montaremos uma piscina com pneu de trator usado. Neste caso será instalada por profissionais como borracheiros e pedreiros, por questão de segurança. Com o intuito de proporcionar muitos momentos de lazer para os alunos na hora do banho e pouco recurso.
• Realizaremos uma oficina de reciclagem pedagógica, onde os alunos irão coletar papelão, papel, palitos de sorvete, resto de pedaços em mdf, dentre outros objetos, para confeccionar jogos educativos, brinquedos, como casas, dominó, pebolim enfim, diversas formas de se reaproveitar recursos para apoio pedagógico da escola. Essa equipe vai apresentar no final uma exposição desses materiais e vão ser doados para a brinquedoteca da escola.
• Instalaremos reservatório de água da chuva. E apresentaremos a importância da coleta da água da chuva, para reduzir o consumo de energia, pois essa mesma água poderá ser usada para arrigar, plantas e lavar diversos objetos, como escola, bicicletas, carros dentre outros. Os alunos irão apresentar uma mostra teatral, musica, sobre o consumo de água, como na hora do banho, escovar os dentes, lavando louças, dentre outras rotinas. Abordarão diferentes temas mais focados no quanto junto trabalhando em equipe podemos aumentar a parcela de contribuição para um planeta mais saudável.

 

No final, teremos uma exposição interativa, com todas as equipes e as produções dos alunos nessa maravilhosa, construção do conhecimento. Neste momento, convidaremos educadores, alunos e toda comunidade escolar a se envolverem na organização dentro do espaço da escola, num evento que mostrará todas as oficinas, jornal, painéis etc. Com a finalidade de divulgar os trabalhos realizados na unidade e propiciar mais uma oportunidade de trocas, de integração, de debates, de desenvolvimento de habilidades, de construção e socialização de conhecimentos.

 

Na atualidade, os problemas ambientais estão se agravando a cada dia, por isso é muito bom contribuir para um planeta saudável e alertar as pessoas sobre o consumo consciente, para assim adquirirem mais responsabilidade com o nosso ecossistema e social. Agindo assim, melhoramos nosso bairro, nossa cidade e usamos uma coisa muito legal, que é a nossa “criatividade”, além de melhorar muito a nossa vida, e a das pessoas que nos rodeiam, e as estatísticas desfavoráveis de produção de lixo.

 

Recursos e materiais Pedagógicos
• Livros de educação ambiental;
• TV;
• Notebook.
• Internet para pesquisa e construção do site.
• Videos.
• Xerox.
• Materiais pedagógicos diversos.
• Celular para tirar fotografias.
• Prato e Colheres.
• Fogão.
• Musica.
• Doações de roupas.
• Papel.
• Materiais como papelão, pet e outros para oficinas de reciclagem.
• Pneus usados.
• Óleo utilizado.
• Calha.
• Coletor para água da chuva.
• Resto ou pedaços de MDF.
• Adubo

 

Os resultados esperados: maior interação e socialização entre as pessoas agregando conhecimentos, valores e práticas de preservação do meio ambiente, reciclagem, redução, entre outros. Também esperamos contribuir continuamente para redução da poluição, garantindo qualidade de vida e bem estar para gerações atuais e futuras.

 

Já os produtos esperados deste trabalho são: construir uma cartilha, com orientações para melhoria da qualidade de vida das pessoas, com ideias criativas e práticas sustentáveis, para se aplicar em diversos ambientes, como escolas, no meio rural, bairros, etc. Enfatizando-se a conscientização das pessoas, como caráter fundamental, através de oficinas de reciclagem, palestras, teatros, músicas enfim, abordaremos, diversos temas como, consumismo, compostagem horta, receitas com reaproveitamento de alimentos, dentre outros.

 

REFERÊNCIAS:

Azevedo, Guila. Manual do Educador: ensino fundamenta I/Guilla Azevedo. São Paulo: DCL, 2012.
ARROYO, Miguel. Ofício de Mestre. Petrópolis, Vozes, 2000. BARBOSA, Najla Veloso S. Currículo em Verso e Prosa. Brasília:Editora ExLibris, 2006.
CHALITA, GABRIEL. Ética e Cidadanea: ensino fundamental I/Gabriel Chalita. – São Paulo: DCL,2010.
CRESWELL, Jhon W. Projetos de pesquisa: métodos qualitativa, quantitativo e misto, JhonW. Crewell; tradução Luciana da Rocha. -2.ed.-Porto Alegre: Artmed, 2007.
GADOTTI, M. ___Economia solidária como práxis pedagógica. São Paulo: Editora e Livraria Instituto Paulo Freire, 2009 (Educação popular). ___ISBN: 978-85-61910-26-6
Gadotti, Moacir, 1941 – Pedagogia da terra/ Moacir Gadotti; prefácio Ângela Antunes; apresentação José Eustáquio Romão; leituras e questões para o aprofundamento Gustavo Cherubine e Natalia Bernal. São Paulo: 2000. – (Série Brasil cidadão).
SANEAMENTO BÁSICO, o filme – dirigido e escrito por Jorge Furtado, produzido pela Casa de Cinema de Porto Alegre e distribuído pela Columbia pictures do Brasil
SOUZA, Mauricio de – DVD Turma da Mônica – Um plano para salvar o planeta.
DE ONDE VEM …?, DVD – Meio ambiente – TV Escola, Secretaria de Educação a Distância – Ministerio da Educação.
PARREIRAS, Ninfa. Relações afetivas: ensino fundamental I/ Ninfa Parreiras; São Paulo: DCL, 2010.
Jacarelvis e Amigos – O Lixo é o Meu Tesouro? DVD- vol. 2. Editora: sarayva.
MENEGOLLA, Maximiliano; Sant’anna, Ilza Martins. Por quê planejar? Currículo- Área- Aula. Petrópolis/RJ:1991.

 

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