Professor online e aluno touch screen: mundos nem tão interconectados!

por: Rosemari Glowacki

Por soluções didático-pedagógicas mais inteligentes

Enquanto o@ prezado@ leitor@ se delicia com seu café preferido e lê esta coluna, em algum lugar do planeta, pesquisadores ou mesmo um único adolescente hiperativo e criativo, descobrem/criam soluções que irão impactar o cenário tecnológico mundial.

Sociedade digital! Sim, estamos diante de uma sociedade conectada. São e-mails, celulares, palms, chats, buscadores de informação, sites de notícia, comunidades online, mídias sociais, SMS, Twiter, WhatsApp e outros aplicativos, soluções e ferramentas tecnológicas que até pouco tempo não faziam parte do nosso vocabulário e nem do nosso cotidiano.

Era Digital? Era da Informação? Era do Conhecimento? São rótulos atribuídos ao momento histórico atual e que refletem diferentes concepções sobre o mesmo. Nicholas Negroponte foi um dos primeiros a descrever os aspectos que definem tal concepção. Antes mesmo da popularização da Internet, ele afirmava que: “A tecnologia digital pode vir a ser uma força natural a conduzir as pessoas para uma maior harmonia mundial”.

O Novo paradigma, as novas tendências e condutas que advém dessa situação nos levam a (re)pensar o impacto da tecnologia na educação e a “harmonia” necessária para a adaptabilidade de todos os atores.

Libertagia é uma das muitas fontes de informação sobre novidades tecnológicas e na publicação de 03 de março de 2015 temos que, entre os gadgets mais esperados para este ano, está o APLLE WATCH. A Apple, uma das empresas de melhor criação do mercado, vai disponibilizar três modelos distintos.

Mas o que seria esse gadget? (Segundo o Dicionário Caldas Aulete: Dispositivo mais engenhoso do que útil ger. eletrônico ou de pilha. Veja aqui. No mundo da tecnologia, os gadgets são dispositivos portáteis de variados segmentos, aparelhos relativamente pequenos que desempenham funções específicas).

Só para tentar esclarecer, a novidade está na implementação de vários mostradores: choronograph, cores, módulos, Motion, Solar, Astronomy (a curiosidade já deve ter feito com que o@ leitor@ acessasse o link do início do parágrafo e descobrisse que se trata de um relógio). Tal relógio terá, além das funções tradicionais, navegação, notificação, GPS, Wi-Fi, dentre outros.

A responsabilidade dos educadores, mais que isso, seu compromisso é de orientar o educando para a vida, proporcionar situações que lhe permitam desenvolver habilidades e competências necessárias, tanto profissionais quanto da vida pessoal, para que “naveguem” por um ciberespaço/mundo cada vez mais plano, mais globalizado, sem barreiras espaciais e temporais.

Novas possibilidades, entretanto, se apresentam no ciberespaço. Um espaço sem fronteiras e/ou limites, capaz de transformar ou potencializar alguns pontos que foram apresentados como características do funcionamento dos meios de comunicação de massa. Pode-se imaginar daí, numa tentativa de abstração do funcionamento e da atuação dessas mídias. Lugar onde a criação pode acontecer individual ou coletivamente, nunca se acabar, ou ainda ser continuada pelo outro, infinitamente. (GOMES: 1998, 24)

Cabe ao professor conectar-se, conhecer esse mundo tecnológico que se descortina e do qual não é mais possível estar distanciado. Para o seu bem, para que não fique desinformado e para acompanhar os progressos dessa nova geração que já nasce conectada, é imprescindível mergulhar nesse ciberespaço. Além de, buscar alternativas didático-metodológicas que permitam trabalhar com os novos conceitos tecnológicos que estão no mercado e na cabeça/sonho da Geração Z.

Mediação Pedagógica : em tempos de novas tecnologias

“Mediação Pedagógica” e o “Uso da tecnologia” têm sido temas recorrentes de muitos pensadores da educação. Com a mudança na sociedade de consumo, as formas de ensinar também sofreram alterações, aulas dialogadas convencionais estão ultrapassadas. Mais que isso o acompanhamento cotidiano da sala de aula e extraclasse precisam ser revistos! É inevitável a pergunta: Para que mudar? Como ensinar e aprender em uma sociedade interconectada?

Educar na sociedade digital não é apenas ensinar como usar os aparatos tecnológicos no ambiente escolar e sim, preparar indivíduos adaptáveis e criativos com habilidades que lhe permitam lidar facilmente com a rapidez na fluência de informações, acompanhando as transformações e sendo parte delas, de modo responsável, ético e legal.
Neste sentido, para aplicar este princípio de educação atualizada e integrada com a realidade da Sociedade Digital atual, o professor deve antes de qualquer coisa entender que os jovens de hoje em dia são diferentes do que fomos quando na idade deles.

A era tecnológica em que nascemos é da era digital que vivemos, esta exige atenção múltipla do alunado e inteligências múltiplas são trabalhadas e desenvolvidas. Nossos alunos exercitam sua liberdade de expressão desde a mais tenra idade e podem viajar pelos países, conhecer a história e a geografia no click de um mouse.
Utilizar ou não os meios tecnológicos como apoio pedagógico, não é mais passível de discussão, mas a sua forma de utilização com certeza sempre o será. Na verdade, nada supera a presença do mestre, mas a relação professor-aluno/tecnologias e aulas mais motivadoras são essenciais para que o processo ensino-aprendizagem seja eficiente e eficaz.

Educador interconectado: um aventureiro predisposto à mudança

Steve Jobs – co-fundador da APPLE – um dos homens que mais influenciou o cenário das novas tecnologias, declarou certa vez para um grupo de formandos: “Seja um padrão de qualidade. Algumas pessoas não estão acostumadas a um ambiente onde a excelência é o esperado”.

Ele se referia à situação sine qua non para que aqueles jovens permanecessem no mercado tecnológico: atualizar-se sempre. Assim também ocorre com o professor: estudar e pesquisar novas literaturas, adequar-se às demandas do mercado e conhecer novas tecnologias são comportamentos pedagógicos que além de mantê-los referenciais no cenário educacional ainda propiciarão elevada autoestima pedagógico-profissional.

Na década de 90, do século passado, Pierre Levy já alertava para as mudanças no cenário educacional e da necessidade dos educadores buscarem atualização no campo da tecnologia:

Novas maneiras de pensar e de conviver estão sendo elaboradas no mundo das telecomunicações e da informática. As relações entre os homens, o trabalho, a própria inteligência dependem, na verdade, da metamorfose incessante de dispositivos informacionais de todos os tipos. Escrita, leitura, visão, audição, criação, aprendizagem são capturados por uma informática cada vez mais avançada ( 1993:4)

Se à época tal ação era considerada urgente, conhecer os programas digitais que mais interessam aos alunos e descobrir o que motiva esse interesse é essencial neste cenário educacional do século XXI.

A melhor estratégia é buscar formas que possibilitem a utilização desses recursos e ferramentas de interesse dos alunos em benefício do aprendizado. A sala de aula não pode negar o impacto de um Google Earth em uma aula de História ou Geografia.

O perfil do estudante mudou muito, hoje ele sai da escola, vai para casa e faz tudo ao mesmo tempo: assiste televisão, navega na Internet e faz a tarefa, sem contar que muitas vezes faz várias atividades ao mesmo tempo, e ainda em modo colaborativo, se relacionando com seus colegas e amigos pelos comunicadores instantâneos. Está claro que novas habilidades foram desenvolvidas.

Temos que buscar atividades interessantes para conquistar o interesse e a atenção deste aluno. É um desafio e tanto, mas temos que encarar de forma positiva, pois o contato com o mundo em que o jovem vive atualmente pode ser um grande aliado no processo ensino aprendizagem. Porém, vai depender da criatividade e dedicação do professor.
Dentre muitas possibilidades de utilização das novas tecnologias, seja por meio da internet e seus inúmeros aplicativos, seja por meio de soluções inteligentes ou outros, destacaremos algumas ferramentas que podem ser bastante atrativas metodologicamente.

Moran defende:

O professor tendo uma visão pedagógica inovadora, aberta, que pressupõe a participação dos alunos, pode utilizar algumas ferramentas simples da Internet para melhorar a interação presencial-virtual.( 2000:6)

Leia o texto na íntegra: MORAN, José Manuel; MASETTO, Marcos T.; BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas: Papirus, 2000.

Essa discussão sobre metodologias/práticas didáticas pode e deve ser atualizada. Muitas sugestões podem ser revistas e ferramentas serem adicionadas. Para melhor exemplificação, destacaremos algumas sugestões/ferramentas de Moran.

1 – Aulas-pesquisa

Podemos transformar uma parte das aulas em processos contínuos de informação, comunicação e de pesquisa. Professor e alunos procuram novas informações, avançam em campo desconhecido da ciência. O professor motiva, incentiva, dá os primeiros passos para sensibilizar o aluno para o valor da leitura de textos acadêmicos e a pesquisa em sites e espaços de informações significativas.

O Google tem um espaço chamado Google acadêmico que permite acesso a:

1 Livros;
2 trabalhos científicos (artigos, resenhas, monografias e teses) publicados pelas mais diferentes instituições de ensino.

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Fonte: Google
Para acessar clique aqui e pesquise em páginas em português o tema que preferir.
Se o tema for “Novas tecnologias”, surgirão dezenas de possibilidades de leitura/pesquisa em cada página: Claro que esta ferramenta será mais adequada aos alunos dos Anos Finais do Ensino Fundamental e em especial aos do Ensino Médio. As noções de hiperlink e intertextualidade já poderão ser trabalhadas com esses alunos. Lembrando que no ENEM tais habilidades de reconhecimento são cobradas.

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2 – Lista eletrônica/Fórum

Em relação à Internet, a escola (em um primeiro momento, nas aulas de introdução à informática) e o professor devem procurar que os alunos dominem as ferramentas da WEB, que aprendam a navegar e que todos tenham seu endereço eletrônico (e-mail). Com os e-mails de todos cria-se uma lista interna de cada turma ou um fórum.
A lista eletrônica interna ajuda a criar uma conexão virtual permanente entre o professor e os alunos, a levar informações importantes para o grupo.

2.1 – WhatsApp

O WhatsApp cumpre bem esse papel, sendo um comunicador em tempo real e gratuito. Podem-se criar central de dúvidas, troca de impressões sobre a aula, espaço para envio de textos, canal de comunicação direta com o professor. Vale lembrar que é necessário falar sobre horários, ética nas relações e demais norteadores dessa nova relação professor/aluno.

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Ainda no Google temos a opção Hangout:

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Hangout é uma possibilidade de interação em tempo real, de voz e imagem, com uma ou até 15 pessoas ao mesmo tempo. Tal espaço, que se encontra nas opções do próprio e-mail do Gmail, serve para reunião, mesa-redonda ou outro tipo de comunicação.
Existe a opção de compartilhar tela, fotos, arquivos ou vídeos em tempo real e todos os participantes têm acesso a todas as informações, ainda podem expressar suas opinião e ser ouvidos/vistos pelos demais. É, também, um excelente organizador de assistência remota.
Como utilizá-lo? Basta que todos os participantes tenham um e-mail do Gmail e sejam convidados pelo professor organizador do evento (receberão o convite e o link para participar do evento).

3 – Construção cooperativa

A Internet favorece a construção cooperativa, o trabalho conjunto entre professores e alunos, próximos física ou virtualmente. Podemos participar de uma pesquisa em tempo real, de um projeto entre vários grupos, de uma investigação sobre um problema da atualidade.

Uma das formas mais interessantes de trabalhar hoje colaborativa mente é criar uma página dos alunos, como um espaço virtual de referência. Lugar este onde se postam textos, pesquisas.
Neste caso destacamos algumas opções.

3.1 – Twitter

O Twitter é uma rede social como micro blog, em que as pessoas enviam e recebem informações e atualizações dos usuários. Várias empresas têm voltado suas atividades para o desenvolvimento de aplicações para o Twitter, proporcionando aos usuários maneiras e interfaces alternativas para a utilização do micro blog.

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Fonte: Twitter

3.2 – You Tube

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Fonte: YouTube

O Youtube tem 6 bilhões de acessos diários, o número é 2 vezes maior que em 2010. O professor pode estimular seus alunos a postarem no Youtube pequenos vídeos de trabalhos realizados, feiras ou outras atividades estudantis. Ainda, pode ele próprio postar palestras, resenhas, resumos de conteúdos trabalhados em sala.

3.3 – Blog

Originalmente utilizados em navios e aviões, os WebLogs ou blogs são conhecidos na atualidade como diário online. Devido a se encontrarem num espaço virtual, possuem funções diversas e podem ser utilizados para ajudar no desenvolvimento de diferentes áreas do conhecimento.

Possuem recursos de fóruns, chats e podem ser utilizados pelo professor para compartilhamento de informações de forma contínua. Resumos de aula, indicações de livros ou filmes, opiniões, links de consulta. Enfim, um espaço de aproximação docente/aluno.

Blog Um Certo Professor Lucas
Existem muitos sites que permitem a criação e publicação de Blogs de forma gratuita: UOL, Blogger, dentre outros.

3.4 – Armazenamento em Nuvem

Armazenamento em nuvem é um dos serviços tecnológicos que mais auxilia o professor quando se trata de organizar, guardar, transferir e copiar documentos. Permite fazer upload de arquivos de forma rápida, segura e compartilhar essas informações com alunos, acessar tais informações em qualquer lugar com acesso à Internet.
Várias são as opções:
• Shared
• Google Drive
E AQUI ainda podem ser encontradas outras opções de armazenamento.

4 – Plataformas Tecnológicas

As plataformas tecnológicas promovem o aprendizado de forma lúdica, elaboram rankings da classe ou ferramentas que geram relatórios com o desempenho de alunos nos mais diferentes tipos de atividades: jogos, leitura, exercícios, dentre outros.
A tendência do mercado educacional é a adoção de plataformas de gestão de dados, ou seja, o aprendizado baseado em competências e novas formas de avaliar e de certificar conhecimentos.
Fomentar o empreendedorismo, a consciência e competências para resolver problemas urgentes relacionados à ética nas relações, à sustentabilidade e desenvolvimento de habilidades inerentes à educação do século 21 são algumas das preocupações de quem desenvolve tais plataformas. Destacamos algumas plataformas que podem auxiliar os professores no desenvolvimento de aulas mais dinâmicas e atrativas.

4.1 – Artpad

O artpad permite utilizar o mouse como pincel ou balde de tinta para criar pinturas em uma tela virtual. Além disso, possui o recurso de “replay” que permite ao “pintor” rever cada traço desenhado para a criação de sua obra de arte.
É um ótimo recurso para ser utilizado no laboratório de informática, desde a Educação Infantil, pois auxilia o desenvolvimento da motricidade fina, percepção visual e criatividade de um jeito divertido e com um toque de “mágica”. O professor ainda pode utilizar tal recurso nas aulas de geografia, artes, matemática e outras.
Basta apenas acessar o site: Artpad

4.2 – Matemática Financeira
Programa de Educação Financeira na Escola é uma plataforma virtual aberta com vários materiais disponíveis para downloads. Todo material é gratuito e possibilita ao professor trabalhar o tema de uma forma contextualizada e dinâmica.
Link para acessar a plataforma: Educação Financeira na Escola

4.3 – Hyperlapse
Hyperlapse é um app criado pela turma do Instagram que produz vídeos acelerados de forma simples e com notável qualidade. Tal ferramenta pode ser utilizada para gravar apresentações de trabalho, encenação de resumo de livros utilizados nas provas de vestibular na seção de Literatura e registro de outras atividades da classe.

4.4 – Toca
O app educativo Toca Lab diverte as crianças enquanto ensina química a elas. A criança pode fazer uma série de experimentos num laboratório virtual. Nele, há instrumentos como bico de Bunsen, centrífuga, tubos de ensaio e até um osciloscópio. Brincando, a criança fica conhecendo todos os 118 elementos da tabela periódica.
Fonte: Exame

4.5 – FIFA
O app oficial da Federação Internacional de Futebol (FIFA) ganhou visibilidade durante a Copa do Mundo deste ano. Ele tem calendários de jogos, ranking de seleções e times, perfis de equipes e notícias sobre futebol. O app cobre 197 campeonatos nacionais, incluindo o brasileiro, além dos torneios continentais e do mundial.

Para além dos muros da escola …

Dos novos smartphones aos miniprojetores, existe uma lista de novidades que não caberia nesse artigo. Como nossa intenção não é esgotar o assunto e sim provocar o@ leitor@ para que pesquise, antene-se com essa nova realidade do mercado e da própria educação, queremos, em um movimento descobridor de sentidos, também nos apaixonar por e pelo viés tecnologizado da educação e do professor 3.0.

Pelo Skype enviamos documentos digitalizados, pelo Twiter indicamos links de outros espaços virtuais e filmes/livros/músicas, pelo Linkedin buscamos novas colocações profissionais e comunicamos nosso currículo ao mundo, os blogs são utilizados para todo tipo de intencionalidade informativa, o Waze localiza e nos localiza no tempo e espaço. O Instagram, assim como o Skype, nem foram explorados neste artigo, bem como outras ferramentas tecnológicas que também podem ser utilizadas como ferramentas didático-pedagógicas.

Enfim, só citamos algumas “soluções” inteligentes que permeiam o universo de nossos alunos, porém é um mundo tão instigante e que muda em uma velocidade inimaginável. Ou seria assustadora? O universo a ser explorado é gigante e instigante.

Os drones andam por aí. O que antes parecia fazer parte de um universo de pura ficção científica, hoje faz parte da vida de muitos. As novidades ficam por conta dos Ecrãs que dobram (realidade virtual com teclado que gira conforme o olhar do usuário), do eSight (óculos que permitem que a mãe cega veja seu recém-nascido), BQ que alia robótica e impressão 3D. Todas essas invenções e muitas outras já estão sendo visualizadas na CES 2015, umas das maiores Feiras Tecnológicas Mundiais realizadas em Las Vegas.

Diante dessa realidade é preciso (re)pensar com urgência a questão da mediação pedagógica e adaptabilidade de nosso ensino à nova demanda do mercado e de interesse dos alunos que é a utilização dessas tecnologias. Se o mercado utiliza é papel da escola/educação ser aquela que propicia o conhecimento/treinamento para a melhor utilização possível destes recursos.

Professor@, conecte-se! Tem um mundo de novos conhecimentos ao alcance de um click, ou como a garotada diz, prefiro: touch screen!

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
CIPRIANI, André; GONÇALVES, Jean Carlos. Tecnologia da Informação. Unifebe: 2010.
COLL, Cesar S. Aprendizagem escolar e construção do conhecimento. Porto Alegre: Artes Médicas, 1994.
GOMES, Eduardo de Andrade. Produção No Ciberespaço sobre a relação autor/usuário na Internet. Tese UFRJ: 2009.
HUNT, Tara; O Poder das Redes Sociais: Como o Fator Whuffie e seu valor no mundo digital pode maximizar os resultados de seu negócio. Edição 1a, Editora Gente, 2010.
LEMOS André. Cibercultura. Tecnologia e vida social na cultura contemporânea. Porto Alegre: Sulina, 2a Edição, 2014.
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência; o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed 34, 1993.
___________. A inteligência coletiva; por uma antropologia do ciberespaço. São Paulo:Loyola, 1998.

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